Miríades

(2007, 22 de maio) Essas poeiras, supetão, são esteiras de areia Essas pequenas nulidades completamente etéreas Essa saudade São ranços de outra realidade Sereias que se afogam em grãos e germinam, senão fatalidade Lixas de caridade ralam-te aos poucos e, à tarde, com os pássaros, rouba-te o egoísmo puído ao esperar que amanhã lascarão de ti amores