Mas

Não se pode ter tudo, tampouco chorar A fadiga dos laços é sempre doída na tua paz, essa quaresma flácida que toma todos os dias Que falta melancólica faz a tarde quente de tua boca, uma contusão doída doida essa vida roxa Quero tudo que vem tudo que jaz na mata da suavidade Mas quero-te exageradamente