Oléo

Data
Sep 26, 2020
Categoria
poesia
Autor
Rodrigo Franco

Eu e o meu óleo devidamente separado em vidros de pequena classe rotulados para que não seque não escorra não perca a goma não há nada sem ele que seja vivo ou morto na máquina em deus no ovo no chão do torto profundo, à mil graus gostoso, à milímetros na estante fechadinha Nosso óleo nos arde nos cria recria pelo preço certo o meu óleo apreço certo eu deveria