Falam as máquinas

Pela porta, luz e as escadas que tanto lavraram remontam-se umas sobre as outras em seus mitos ladeados por encostas Ouvi que dos cantos celestes como dos muros da cidade; falavam as máquinas Os ourives do tempo barganham o brio inatingível de uma tranquilidade minha, acenando com um sorriso cínico ao meu sonho de que pudesse pegá-la abraçá-la em seu calor;  em meu sonho beijar sua fronte enquanto enriqueço por mil eras as riquezas de um recém-chegado Mas sigo carregado de um porvir