O sal

Que o dinheiro é salgado do soldo e do sangue das idas epifanias Ora lembradas, ora esquecidas Mas que este sabor vem das anonimãos, quentes: No desfecho umidecem com o suor despegador da troca no beijo alentador da posse Que de horas turvas é feito o trabalho da diferença matemática de uma dor para o chão em que se sente ou que se pese os quilogramas e os furos, os deuses da maquinaria Onde os tubos de fios nos ligam – onde ardem nossas feridas