Desapego

Pelúcias dos sulcos do desapego Nuvens de dentro que esfarelam Alcançar o véu que sobre o fascínio mas aos braços não vão sangue às mãos que tantas vezes juntaram-se em roga não vão corpo e agora suplicam à última fragrância secando nos poros abertos Nos olhos agora de ontem serão para aquilo que não mais