Íntegra

Pensei em imagens em vigas que são as sobrancelhas da realidade por mim passaram fadas anéis infinitos Eis que o teto ruiu para cima do eixo que rege os signos dos mortos e vivos, para longe E as criaturas mais antigas me tomam em tinta se esvaem em elipses do que é amargo o suco com as cores – e nenhuma. Grito; o chão que peneira as carnes, as massas, as paredes o ruído De tudo que é, resto nuvens Resisto