Mágica

(2007, 28 de agosto) A balaustrada está inerte Acaricia a corrida do sangue até o pensamento Macia a ser só momentos, não passagens de bons, de maus, de cínicos Os mágicos e suas luvas brancas; com falta Não vista tapa, tapa, tapa pelica O sereno seco puxa pelo ar que não vem e as pombas que antes panos Aparecem plumosas expontâneamente criadas à revelia de vontade, prazer, [motivo, culpa ou vez.