Nós bárbaros

Morto és, moribundo filho de um res filho de um huno de uma barbárie que pinça as amídalas Agora vens clamar vens ater atear? A que era pertences a que hora? e agora vens a amar? Ao teu lodo lanço o lótus porque a esperança é branca também é o laço de tua cortina Morto