Mareado

Quero a praia, entre a vida e a morte. Mareado pela vida, quero a areia de meus antepassados, que me fustigue cais soprados por meu dinheiro, pois o que tenho agora não paga a dívida de ter naufragado nos lençóis do descontinente crasso. Que a alvorada me julgue em meu bailado desproporcional, o que enterro é o mastro comunal da história.