Veneno

As talas de madeira desse regaço espraiado: dias, dias me diz se é justo viver Que é justiça? Acha minhas prendas, fuxicos, pontos sem nó? Que acha ter as loureadas fadigas e roçar o ar parado das moscas simpáticas que divertem o mais coeso sono? Abre a palavra agora, dirige a mim seu feno que tem sabor, apesar, e que vacila no sumo mas não na apólice É meu querido veneno que bronzeia as cólicas doces do meu seio sereno