Diabo

O diabo deve chorar em seu conjugado quarto-sala cozinhando sua alma quadriculada E os quadros desistem em rios no carpete amargo O diabo assiste ao sufrágio das idéias quentes e chora ou condensa o vapor das expectativas Chamou meu nome mas não tinha a chave pediu favor O diabo e as sete caras a tapa em sessões matinais Dobrões Chora um olhar risonho, sua língua é meu peito